ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL

CORUMBATAÍ, BOTUCATU, TEJUPÁ

 

  Através do Decreto Estadual nº 20.960 de 8 de junho de 1983, o então governador André Franco Montoro, criou a primeira Área de Proteção Ambiental do Estado de São Paulo, a grande APA, composta por três perímetros, o Corumbataí, o Botucatu e o Tejupá, com uma área total de 649.828 ha.

 

APAs do Estado de São Paulo:

4a APA perímetro Corumbataí - 4b APA perímetro Botucatu - 4c APA perímetro Tejupá.

Fonte: Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Planejamento Ambiental

 

A APA Corumbataí, Botucatu, Tejupá está localizada no centro oeste do estado de São Paulo e foi criada para proteger os atributos ambientais e paisagísticos como as Cuestas Basálticas, as áreas de recarga do Aquífero Guarani, os morros testemunhos, a vegetação de transição de Cerrado e de Mata Atlântica, a fauna riquíssima e o patrimônio cultural.

 

O Perímetro Corumbataí possui uma área de 272.692 ha contendo parte do território de 15 municípios: Analândia, Barra Bonita, Brotas  Charqueada, Corumbataí, Dois Córregos, Ipeúna, Itirapira, Mineiros do Tietê, Rio Claro, Santa Maria da Serra, São Carlos, São Manuel (Ilha do Serrito), São Pedro e Torrinha. Pertence à Unidade de Gerenciamento dos Recursos Hidrográficos (UGRHI): 9 (Mogi Guaçu); 13 (Tietê-Jacaré) e 5 (Piracicaba-Capivari-Jundiaí). 

A área abrangida pelo Perímetro Corumbataí apresenta uma diversidade de paisagens relacionadas às Cuestas Basálticas e aos morros testemunhos, morros isolados que a erosão esculpiu, formando o cenário peculiar.

A região é um centro do ecoturismo, conhecido pela beleza cênica da paisagem, que apresenta inúmeras cachoeiras resultantes dos desníveis abruptos do relevo, principalmente nos municípios de Brotas e São Pedro destacando-se as atividades realizadas no Rio Jacaré-Pepira.

 

O Perímetro Botucatu possui uma área de 218.306 ha, contendo parte dos territórios de 9 municípios: Angatuba, Avaré, Bofete, Botucatu, Guareí, Itatinga, São Manuel, Pardinho e Torre de Pedra. Pertence à UGRHI 10 (Sorocaba Médio Tietê) e 14 (Alto Paranapanema). Este perímetro envolve a região da Serra de Botucatu, no reverso da Custa e ao sul, faz divisa com a represa de Jurumirim, marco na paisagem local e elemento indutor do turismo na região. Ainda são encontrados importantes remanescentes da vegetação nativa da Mata Atlântica e Cerrado, hoje refúgios da fauna local.

 

O Perímetro Tejupá possui uma área de158.830 ha, contendo parte dos territórios de 10 municípios: Barão de Antonina, Coronel Macedo, Fartura, Itaporanga, Pirajú, Sarutaiá, Taquaí, Taquarituba, Tejupá e Timburí. Pertence à UGRHI 14 (Alato Paranapanema). Este perímetro está localizado na região da Serra da Fartura, na faixa das Cuestas Basálticas entre a Depressão Periférica e o Planalto Paulista. É envolvido pelos rios Verde, Taquari e com maior presença o Paranapanema e suas duas represas, a Jurumirim e a Xavante, em sua porção paulista. Estes elementos juntos, formam um conjunto cênico expressivo com potencial turístico de grande importância para a região.

 

O três perímetros estão em franco processo de regulamentação sendo que o perímetro Botucatu possui um Conselho Gestor desde 2005 e está promovendo a elaboração do Plano de Manejo.

 

 

APA - Perímetro Botucatu

 

 

Fonte: Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Planejamento Ambiental

 

O Perímetro Botucatu abrange parte do território dos Municípios de Angatuba (26%) Avaré (12%), Bofete (71%), Botucatu (26%), Guareí (26%), Itatinga (66%), Pardinho (68%), São Manuel (4%) e Torre de Pedra (14%) ocupando uma área total de 218.306 ha.

O objetivo da criação desta categoria de Unidade de Conservação é conciliar Proteção e Desenvolvimento, assim sendo, a APA Botucatu é destinada a proteger as Cuestas Basálticas e os Morros Testemunhos, as áreas de recarga do Aqüífero Guarani e as águas superficiais, a vegetação natural, onde encontram-se importantes remanescentes da Mata Atlântica e do Cerrado, que abrigam riquíssima fauna. 

 

Além do grande patrimônio natural, destaca-se ainda um dos mais importantes sítios arqueológicos do Estado de São Paulo, o Abrigo Sarandi, situado no município de Guareí com registros pré-históricos com cerca de seis mil anos.

           

Abrigo Sarandi entrada caverna    

   Interior caverna

                         

As atividades econômicas predominantes da APA Perímetro Botucatu são:
* Agricultura (cana de açúcar, laranja e pastagens)
* Reflorestamentos e outras culturas, tanto as perenes quanto as anuais
* Mineração de areia industrial
* Pólo comercial e tecnológico regional

        Os fatores de perturbação existentes da APA Perímetro Botucatu são:
* Resíduos sólidos
* Mineração
* Esgotamento sanitário (urbano e industrial)
* Agricultura (uso de agrotóxicos, erosão, assoreamento)
* Expansão urbana
* Desmatamento
 

Durante o processo de regulamentação da APA Perímetro Botucatu será constituído a cada 2 anos, o Conselho Gestor, composto por no máximo 24 e no mínimo 12 conselheiros que devem participar da elaboração do Plano de Manejo.
 

O Conselho Gestor é presidido pelo Estado e constituído 50% por representantes de Órgãos Públicos e 50% por representantes da Sociedade Civil e este conselho vai estabelecer algumas normas e restrições de uso dos recursos naturais.

 

As principais atribuições do Conselho Gestor são:
* Acompanhar a elaboração, implementação e revisão do Plano de Manejo
* Articular os órgão públicos, ONGs e iniciativa privada para a concretização dos planos, programas e ações de proteção, recuperação e melhoria dos recursos ambientais existentes nas APAs.

O Plano de Manejo é um documento técnico, elaborado para definir:
* O Zoneamento Ambiental
* As normas e diretrizes do uso e ocupação dos solos
* Os programas de ação visando a proteção dos atributos ambientais e o desenvolvimento das atividades produtivas

 

 

Atributos da APA Botucatu

 

 

A Cuesta

A forma de relevo denominada Cuesta de Botucatu é um dos atributos naturais mais marcantes da região e é resultado do trabalho contínuo da erosão sobre o solo, formando plataformas rochosas que aparecem em destaque nos vales suaves ao seu redor. A Cuesta de Botucatu marca o início do Planalto Ocidental Paulista e é o limite físico entre o leste e o oeste paulista. Na baixada da Cuesta de Botucatu, o solo é formado basicamente por arenito e este, quando rico em sílica é resistente à erosão, elevando-se na paisagem sob a forma de morros, denominados morros testemunhos.

Cuesta Pardinho

Cuesta Guareí

Vista do alto da Cuesta - Morro do Peru (2003)  - Botucatu

Morros Testemunhos - Três Pedras Bofete

  Ao fundo Gigante Adormecido  Bofete

 

Os  morros conhecidos como Três Pedras formam o pé do Gigante

Morro Testemunho Torre de Pedra que dá nome ao município

Sem dúvida nenhuma, o relevo é o atributo mais característico da APA.

Angatuba possui como beleza cênica a Cuesta do Alto da Serra e o Morro da Conquista.

Avaré possui o Pico Alto;

Bofete possui o Gigante adormecido e as Três Pedras;

Botucatu possui o Morro do Peru, o Mirante da Cuesta, a Bocaina e o Morro de Rubião;

Guareí possui o Cannion na divisa com Itatinga e as cavernas do Abrigo Sarandi;

Itatinga cita a Pedra Branca que dá nome ao Município na língua indígena, o Mirante da Serra perto da vicinal de Angatuba, a região da fazenda Ibitira e Santa Maria;

Pardinho possui a Gruta do Willian, o Morro Azul, e o Mirante da Cuesta conhecido como a "Venda do Vivam";

São Manuel possui a Pavuna e o Cannion;

Torre de Pedra, claro, possui a Torre de Pedra, o Morro Agudo, o Morro Pelado e o Morro do Italiano.

 

As Áreas de Recarga do

 

Aquífero Guarani

 

Outro atributo a ser protegido pela APA Botucatu são as áreas de recarga do Aquífero Guarani e as águas superficiais. Antigamente, o Aquífero Guarani era conhecido pelo nome de Botucatu, pelo fato de que a principal camada de rocha que o compõe ser um arenito de origem eólica, reconhecido e descrito pela primeira vez no município de Botucatu.

A região onde o arenito Botucatu aflora constitui os locais de recarga do aqüífero. A Cuesta também é um importante divisor de águas com várias nascentes que correm tanto para o rio Tietê quanto para o rio Paranapanema. Estas nascentes, riachos e rios, associados a escarpa da Cuesta, são responsáveis pelo grande número de cachoeiras da região.

 

Cachoeira da Indiana - Botucatu

 

 

Áreas de recarga do Aqüífero Guarani

 

Represa do Rio Bonito - Botucatu

 

  O antigo Porto Martins, foi  encoberto  pelo  represamento  do  Rio Tietê e em seu lugar surgiu a represa do Rio Bonito distante 35 km de Botucatu, que faz parte da bacia hidrográfica da hidrovia Tietê - Paraná.

Os recursos hídricos são importantes atributos da APA Botucatu, como potenciais turísticos e de abastecimento .  

Angatuba possui as  Cachoeiras dos Mineiros, das Antas e do Corrente.

Avaré possui a Represa de Jurumirim, as Cachoeiras Bela Vista, Liberdade, do Pardal, o córrego das Rochas, Corredeiras do Rio Novo e o Santuário das Garças;

Bofete possui o Rio do Peixe e a Cachoeira Santo Inácio onde a água  muda de temperatura.

Botucatu possui o Rio Capivara, a Cachoeira da Marta, da Canela, da Indiana, o Rio Pardo, as nascentes e rios urbanos;

Guareí possui as fontes de água mineral e sulfurosa nos bairros Capela Velha, Cerrados e Sarandi, as Cachoeiras no Morro Alegra e Somar;

Itatinga possui uma Cachoeira de 62 metros na divisa com Avaré situada na Fazenda Fortaleza.

Pardinho possui a nascente do Rio Pardo, a cachoeira Salto do Lopes onde há uma grande piscina natural;

São Manuel cita como importantes mananciais o Araquá, Barras e Paraíso, a Ilha do Serrito e as cachoeiras da Pavuna;

Torre de Pedra possui a Cachoeira do Almeida e as águas sulfurosas na Fazenda São Jorge.

 

A Flora Nativa

 

Para conter a degradação dos recursos naturais e a destruição do patrimônio arquitetônico e paisagístico decorrentes da expansão das atividades rurais e urbanas,  a APA Botucatu se destina a proteger a vegetação nativa, principalmente os remanescentes de Mata Atlântica e do Cerrado.

A vegetação regional é bastante diferenciada e rica podendo ser observados fragmentos conservados da vegetação primitiva da Floresta Tropical de distribuição restrita às áreas úmidas, como as matas ciliares, com solos geralmente férteis. Encontram-se espécies como a Figueira, Ingá, Sangra d'água, Helicônias e Orquídeas. Destaque para a ocorrência de Araucárias na nascente do Rio Pardo.

 

Cerrado - Pau Santo da Serra

 

 

Ipê Rosa exemplar da floresta Latifoliada Semidecídua

 

A Floresta Latifoliada Semidecídua é a  maior formação florestal encontrada na região, na presença de solos secos com fertilidade ou  não. Encontram-se  Jacarandás, Jequitibá,   Paineiras, Ipês, Pau Marfim...

 

Nos solos secos e pobres o cerrado predomina em suas formas: Cerradão, Campo Cerrado, com Quaresmeiras, Barbatimão, Pequi, Canelas, Barba de Bode.

 

 Pequi - Botucatu

 

Murici - Botucatu

 

 

Na APA Botucatu existem algumas áreas de mata nativa como a mata da Fazenda Edgárdia em Botucatu, a mata preservada da Fazenda Aterradinho em Angatuba, o Cerrado de Bofete; remanescentes de mata atlântica no Araquá e Serrito em São Manuel; e Torre de Pedra cita um enorme Jatobá com mais de 30m e descrevem uma "papada" de mais de 20 metros.

 

Mata Nativa da Fazenda Edgárdia - Botucatu

 

 

A Fauna Silvestre

 

Os municípios da APA Botucatu estão localizados numa região com características  de zona de transição ou de invasão de espécies das regiões vizinhas, como a de cerrado, pampa e mata pluvial perenifólia da costa atlântica, o que enriquece a composição da fauna silvestre.

É comum encontrar animais como a capivara, cachorro do mato, paca, teiú, gambá, mão pelada, etc. Para peixes encontra-se o lambari, bagre, traíra, tabarana, canivete, etc. Encontra-se uma grande quantidade de aves como o Tucano, Pica pau, Garça, Socó, Jacu etc. Outras espécies tornaram-se raras na região como a Onça parda, Onça pintada, Tamanduá bandeira, Lobo guará, ariranha e muitos outros que também estão na lista de ameaça de extinção.

Por essa diversidade, a região da APA Botucatu merece especial atenção quanto à sua preservação, principalmente das matas ciliares e fragmentos contíguos de vegetação nativa, pois a fauna depende desse conjunto ambiental, de forma o mais equilibrado possível, para a sua sobrevivência.

 

Garça - Botucatu

                                                

 A fauna silvestre desperta especial interesse na população residente da APA que conta histórias  e cita locais onde algumas espécies são encontradas. 

Angatuba cita a Estação Ecológica e a Fazenda Florestal com áreas ricas em diversas espécies, inclusive o mico leão preto.

Avaré cita o Pico Alto como sendo refúgio do Macaco Bugio e o Santuário das Garças como um importante ninhal.

Bofete relata a diminuição do número de Emas que eram comuns no município.

Botucatu cita a Onça-parda que habita a Fazenda Edgárdia e muitas outras espécies.

Guareí cita o Balneário Municipal, conhecido como Prainha onde existe um ninhal.

Itatinga relata que na Fazenda Pedra Branca, na divisa com Pardinho, existem tocas de Onça parda e na Fazenda Morrinho, recentemente foi constatado a presença de fêmea de Lobo guará com dois filhotes.

Pardinho relata a presença de Canários da terra.

São Manuel cita o rio Araquá e o Serrito como sendo criadouro de peixes e a Ilha do Serrito como refúgio de vida silvestre por ser um enorme ninhal.

 

O Patrimônio Cultural

 

O patrimônio cultural é o retrato de uma  comunidade e do local onde ela reside.

Todos os bens materiais e sentimentais dessa comunidade considerados importantes por razões históricas, arquitetônicas, artísticas, tecnológicas, afetivas e articuladoras da memória local ou nacional, além de sítios e paisagens da natureza considerados excepcionais por suas qualidades naturais.

Assim sendo, a Cuesta, os recursos hídricos, a flora, a fauna, os casarões das fazendas, as igrejas, as festas religiosas, manifestações, os sítios arqueológicos, são atributos que devem ser resgatados e protegidos.

A APA Botucatu possui muitas histórias, lendas, e curiosidades. Os atributos turísticos, as belezas e o  patrimônio cultural da região são motivos de orgulho para a população residente.

Angatuba possui um Sítio Arqueológico com muitos fósseis no Bairro Guareí Velho; a Fazenda Cavalinho, antiga casa que pertenceu ao Presidente Júlio Prestes e hoje pertence à família proprietária da Cachaça Cavalinho; a Fazenda Aterradinho, um presente de Dom Pedro I a uma dama. A casa tem mais de 20 quartos e a fazenda apresenta a mata nativa e a fauna preservadas.

Avaré cita suas águas superficiais como seu maior patrimônio  e descreve duas grandes nascentes na divisa com Itatinga.

Bofete, além de ter o Gigante possui também o Rio do Peixe considerado um aspecto cultural e histórico de vivência da comunidade.

Botucatu relata sítios arqueológicos na margem esquerda do Rio Tietê e ao norte do Paranapanema, onde vivia um grupo étnico chamado Caingangue. A região também foi habitada pelos Caiuás-Guaranis. Possui histórias e lendas das Três Pedras, local popularmente conhecido  entre os municípios de Bofete, Pardinho e Botucatu onde grupos de esotéricos e visitantes curiosos garantem que há fenômenos inexplicáveis como a visão de bolas de fogo e pouso de discos voadores. As teorias de Frei Fidelis, um frade Capuchinho historiador, relatam que na região, há milênios, se realizavam sacrifícios em louvor do demônio no "Templo da Serpente entre as Pedras". Há também a história dos Jesuítas, fugindo da perseguição do Marquês de Pombal, e que foram atacados pelos índios Botocudos quando  enterravam um valioso tesouro em uma gruta nas Três Pedras.

Guareí possui o Abrigo Sarandi, sítio Arqueológico com registros de fósseis e utensílios de até 6 mil anos.

 

Pardinho  relata  a Fazenda Vicentini como sendo pousada do Divino, a gruta Olaria com pinturas rupestres, a cachoeira do Limoeiro onde existe uma gruta com fósseis.

 

São Manuel relata os tempos do auge do café, identificado na grandeza das fazendas como a Santo Antonio do Araquá, Santana, Cafezal, Bocaiúva entre outras.

 

Outros atributos interessantes foram citados pela comunidade, alguns atributos relacionados com a qualidade de vida e ao lazer. Pequenas lembranças ou observações sutis que estão presente no cotidiano destas pessoas.

 

Angatuba relata a beleza do Por do Sol no entroncamento dos rios Jacu e Santo Inácio e as águas calmas do lago da Fazenda Aterradinho.

 

Avaré relata as aventuras de descer as corredeiras do rio Novo na prática do Rafting. 

 

Bofete relata os banhos da cachoeira Santo Inácio com trechos alternados de água quente e água fria.

 

Botucatu fala da qualidade do ar, da cor do céu em especial no mês de maio, do arenito Botucatu e da criação de Sacis.

 

Guareí conta que existe areia movediça no bairro Sarandi.

 

Pardinho relata que as cercas de Sansão do Campo impedem o visual panorâmico que a comunidade tinha do alto da Cuesta ao transitar pelas estradas.

 

Para que as futuras gerações possam aproveitar desses momentos  de deleite, a APA Botucatu pretende proteger  e desenvolver a região, visando a qualidade de vida da população residente.

 

 

Conheça o histórico do processo de regulamentação da APA Botucatu,

 

 

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