Educação Patrimonial

 

Desde 2004, a partir de seu programa de Educação Ambiental, a SOS Cuesta de Botucatu desenvolve a prática da Educação Patrimonial.

Entendemos que envolvendo a sociedade nas questões da preservação cultural e na proteção e conservação do patrimônio público estaremos contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para o desenvolvimento da consciência cidadã.

No Brasil, até o presente momento, a maioria dos programas de educação ambiental não contempla a dimensão sócio-cultural do meio ambiente, especialmente no tocante à preservação do meio ambiente urbano, incluindo-se aí o patrimônio histórico.

De acordo com a professora Isaura Bretan, responsável pelas atividades, a Educação Patrimonial é uma proposta interdisciplinar por natureza, envolvendo diferentes temáticas e ou conteúdos.

Educação Patrimonial significa desenvolver práticas educacionais no sentido de despertar o indivíduo, seja criança, jovem ou adulto, sobre a importância dos bens culturais e da memória coletiva de seu país, estado ou local onde vive. Ao mesmo tempo, através da prática da Educação Patrimonial, desenvolvem-se ações que possibilitem ao cidadão a apropriação da gestão do patrimônio público, pelo qual ele é responsável, ao invés de mantê-lo afastado do processo de conservação.

Em última instância, a Educação Patrimonial pode ser definida como um “instrumento de alfabetização cultural”, que objetiva fornecer ao individuo facilitadores de leitura e de compreensão do universo sócio-cultural que o rodeia, e que possibilita o reforço da auto-estima da comunidade e a valorização do mundo apresentado em sua rica diversidade.

Educação Patrimonial às margens do Ribeirão Tanquinho, Botucatu, novembro de 2004,   alunos do Colégio Gemini

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